GUERRA DO BCP – A GUERRILHA (1)

 

 

 

Ontem, 13 de Outubro, o Expresso dedicou uma página inteira, com textos da autoria de Isabel Vicente, João Vieira Pereira e Pedro Lima, sob o título BCP “esquece” dívidas do filho de Jardim e subtítulo Filipe Jardim Gonçalves e sócios viram desaparecer mais de 12 milhões de euros em dívidas , para tratar do caso do perdão das dívidas de Filipe VASCONCELOS Jardim Gonçalves ao Banco Comercial Português (hoje, Millenniumbcp ) – no valor de 12.436.262 € (dois milhões e meio de contos).

 

É altamente provável que estejamos em face de mais um episódio da guerra sem quartel que se trava no Banco Comercial Português e cuja final terá lugar em Março de 2008. Até lá, vamos assistir (na parte que for visível) a uma mortal guerra de guerrilha de que este caso é um episódio de relevante importância

 

Na penúltima batalha (ver, neste site, o texto “A guerra do Banco Comercial Português, a penúltima batalha) Jardim Gonçalves conseguiu sobreviver e Filipe Pinhal teve uma clara vitória (sobre Jardim Gonçalves). Pinhal ficou numa posição de partida muito favorável para ocupar a presidência do Banco na sequência da batalha decisiva de 2008.

 

O que o Expresso nos conta é um evidente ataque a Jardim Gonçalves mas é, principalmente, um feroz ataque a Filipe Pinhal que sai “desacreditado” na sua competência de gestor idóneo e vestido com a pele de um “servidor da família Jardim”, situação em que dificilmente poderá ser candidato a nova eleição para a presidência do conselho de administração do Banco, deixando assim o caminho aberto para facilitar, em 2008, as propostas dos concorrentes ao domínio do BCP.

 

 

(Veja também o texto “Guerra do BCP – O escândalo Vasconcelos”).

 

 

14 de Outubro de 2007

 

 

J. Vicente Pinto

 

P.S.:

Não considero que os jornalistas e/ou o Expresso sejam responsáveis por este ataque; limitam-se à sua função de informar!

 

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